domingo, 13 de dezembro de 2009
Na luta contra a Dengue a Bahia realiza um simpósio Brasil + Cuba.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Vacina contra a denque.
A dengue não é muito de uma ameaça em Wisconsin. Mas Inviragen, uma empresa com um escritório em Madison, que está trabalhando em uma vacina para prevenir a doença às vezes fatal, é a fusão com SingVax, uma empresa de desenvolvimento de vacina de Cingapura.E com a ajuda de US $ 15 milhões em capital de risco, a nova empresa, chamada Inviragen, os planos para iniciar ensaios clínicos para a vacina contra a dengue e outros. Fundada em 2005 por Dan Stinchcomb de Fort Collins, Colorado, e Jorge Osorio de Madison, Inviragen tem cinco funcionários em 6502 Odana Road. Eles lidam com testes da empresa vacina. Sete funcionários da sede do Colorado sobre o trabalho de investigação e operações corporativas, e oito em Cingapura lidar com o desenvolvimento de vacinas. Os três locais vão ficar em aberto. "A facilidade de Madison realmente desempenha um papel central em termos de vacinas e movê-los em direção de ensaios clínicos", disse Stinchcomb, diretor executivo. Ele disse que duas posições são adicionadas agora e mais alguns que será aberto nos próximos anos. Os fundos são de empresas de risco que incluem Carta Life Sciences, Palo Alto, Califórnia; Venture Investors, Madison; Bio * Uma Capital, Singapura e Phillip Capital, Cingapura. Eles irão financiar as duas primeiras rodadas de testes clínicos sobre a vacina e conduzir "operações de apoio bem em 2012", disse Stinchcomb. A dengue é uma doença transmitida por mosquitos que se acredita que causam doenças 36 milhões por ano no mundo, incluindo 20.000 mortes. Inviragen também está a avançar com as vacinas para prevenir a mão, a febre aftosa ea encefalite japonesa. Além disso, a empresa está envolvida em pesquisas sobre vacinas contra a gripe, doença do Nilo Ocidental e - para fins de biodefesa - peste e varíola, Stinchcomb disse. Postado em Negócios na terca-feira, 6 outubro, 2009 5:20 Atualizado: 5h37. Inviragen, Dengue Fever, Singvax, Dan Stinchcomb, Jorge Osório, Carta de Ciências Biológicas, Venture Investors, Phillip Capital, Biografia de uma Capital *
http://host.madison.com/wsj/business/article_6798af1c-af76-56aa-80d6-e65740ef029d.html?mode=story
domingo, 8 de novembro de 2009
Dengue e omissão:


Chuva e calor facilitam a reprodução do mosquito Aedes aegypti
A chegada do verão, em dezembro, ameaça trazer uma antiga inimiga dos brasileiros: a dengue. Chuva e calor facilitam a reprodução do mosquitoAedes aegypti e a transmissão da doença.
Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e agosto de 2009 houve 46% menos casos gerais, 80% menos casos graves e 63% menos mortes por dengue em comparação com o mesmo período de 2008.
A população também precisa ficar alerta para os sintomas da doença, já que muitas doenças virais, como a dengue e a gripe A começam a se manifestar com sintomas muito parecidos.
É importante que a população preocure sempre um serviço médico quando apresentar esses sintomas. Se for dengue, quanto mais cedo tratar, melhor.
O ministério da Saúde lançou a campanha publicitária Brasil unido contra a dengue. Para ações de enfrentamento, o governo tem 2,77 milhões de unidades do remédio paracetamol, em gotas e comprimidos, 2 milhões de frascos de soro fisiológico injetável, 562 mil envelopes de sais de reidratação oral, 250 mil litros de inseticidas e 3,5 toneladas de larvicidas. Há também kits suficientes para fazer 170 mil exames diagnósticos.
O Ministério da Saúde também vai implementar, em fase de testes, um sistema informatizado para o registro e o acompanhamento de todos os casos de dengue, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Municípios, estados e governo federal poderam registrar e acompanhar a evolução da doença.
No próximo dia 24, o Ministério da Saúde divulgará também o resultado de levantamento sobre a infestação do mosquito da dengue.
O vírus da dengue pode se apresentar de quatro formas diferentes, que vai desde a forma inaparente, em que apesar da pessoa está com a doença não há sintomas, até quadros de hemorragia, que podem levar o doente ao choque e ao óbito.
Há suspeita de dengue em casos de doença febril aguda com duração de até 7 dias e que se apresente acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.
domingo, 27 de setembro de 2009
Vacina contra a denque talvez daqui a 15 anos!

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Brasil faz acordo com GSK para vacina contra dengue
Jornal do Brasil
BRASÍLIA - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou sexta-feira em Londres uma parceria com o laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK) para o desenvolvimento de uma vacina contra a dengue e para a criação de um centro de estudos de doenças tropicais no campus da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Este centro será voltado não só para o desenvolvimento da vacina contra a dengue, mas também para estudos de outrs duas doenças: a malária e a febre amarela.
Na primeira etapa do projeto, a prioridade será o desenvolvimento da vacina contra a dengue. O ministro Temporão, porém, ressalvou que o desenvolvimento da vacina contra dengue até a fase de testes é “coisa para cinco anos”. Segundo ele, a produção efetiva da vacina levará mais tempo.
– Primeiro, é preciso desenvolver um protótipo, depois produzi-lo em escala semi-industrial, depois testar em animais, depois testar em seres humanos. É um longo caminho a ser desenvolvido. Além disso, temos que criar vacinas para os quatro sorotipos de dengue – disse Temporão.
Prioridade
De acordo com Temporão, a ideia da parceria é dar prioridade para a vacina contra a dengue, mas a iniciativa também deve incluir o aperfeiçoamento da vacina contra a febre amarela e a produção da vacina contra a malária.
O custo do projeto é estimado em 70 milhões de euros (cerca de R$ 184 milhões). E será dividido igualmente entre o governo brasileiro e o laboratório farmacêutico britânico.
– Este acordo marca uma nova relação entre as indústrias farmacêuticas estrangeiras e o governo brasileiro, que era de compras e negociações comerciais. Agora, vamos pesquisar juntos. E o importante é que a base de estudos será no Brasil, na Fiocruz – enfatizou o ministro.
Há 100 milhões de casos de dengue por ano no mundo, doença considerada hoje um problema mundial, com registros em países como Itália e Estados Unidos, devido ao aquecimento global.
No Brasil, de 1º de janeiro a 4 de julho de 2009, foram notificados 387.158 casos de dengues. O número de casos é 47,9% menor do que o registrado no mesmo período em 2008, quando houve 743.517 notificações. O recuo da doença, segundo o Ministério da Saúde, está relacionado a ações para eliminar os criadouros do mosquito transmissor, com mobilização social, limpeza urbana e aumento de infraestrutura (saneamento).
Para Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz, uma das principais dificuldades para a produção da vacina contra a dengue é dar proteção contra os quatro sorotipos existentes: DEN1, DEN2, DEN3 e DEN 4. A Fiocruz selecionou os projetos em estágio mais desenvolvidos para que sejam a base da ação com a multinacional.
– A parceria é estratégica, pois permite aprimorar no Brasil fases pré-clinicas de pesquisa. Ou seja, ela potencializa a produção de outras inovações – afirmou Gadelha.
A parceria com a GSK é um desdobramento do acordo fechado anteriormente com a empresa para a transferência tecnológica para a produção nacional da vacina pneumocócica, que protege contra a meningite bacteriana e pneumonia. Essa vacina, hoje só disponível no sistema privado, será incorporada ao calendário brasileiro de imunização em 2010. O investimento para produção e distribuição é de 1,5 bilhão de euros (cerca de R$ 4 bilhões).
22:21 - 25/09/2009
Nossa Opinião: O mundo contra a dengue, porque o Brasil não se une aos outros países latinos americano, nesta luta terrível? Criar uma vacina contra a dengue e muito difícil, pois existem quatro tipos de vírus: Den 01, 02, 03, e o Den 04. Fica a pergunta por que não dizer a verdade? O laboratório acima esteve em Cuba e não conseguiu vender o projeto. Mas o Brasil caiu no conto dos cinco anos! Seremos mais crédulos ou o que? Porque não ouvir os especialistas brasileiros que não sejam empregados do ministro? Que tal a equipe de virologistas da faculdade estadual do Ceara?



